Às vezes escrevo o que imagino,
o que seria, se não fosse imaginação.
Às vezes escrevo o que vivo,
Mas quase sempre não vivencio o que escrevo.
É uma mistura de ilusão com exagero
ou minimização da verdade da poetisa.
Não sei se me fiz entender,
mas a intensão de clarificar
não tem dimensão.
Então fica valendo o bom intento
e a vontade
de que me entendam, sempre!

Adoro esse texto. Acho que fui muito feliz ao escrevê-lo.
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